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22 março 2012

Entrevista - Lu Piras (Equinócio)

Postado por Luisa Ortega às quinta-feira, março 22, 2012 3 comentários

Olá amores, Tudo bem?


Algum tempinho atrás fiz uma entrevista deliciosa com a escritora Lu Piras, autora do livro: Equinócio.
Hoje vou trazer algumas novidades à respeito do livro e sobre a entrevista.

É com grande alegria que comunico que o livro Equinócio da Lu Piras, vai ser lançado pela Editora Dracaena e já tem uma capa definitiva, quer dar uma espiadinha?

Olha só que lindo que ficou *.*

Sinopse:

A cidade do Rio de Janeiro é o pano de fundo onde a estudante de medicina Clara vive sua rotina diária com a família e amigos. O que ela não imaginava é que tudo o que acreditava estivesse prestes a mudar, com a visita inusitada de um anjo. As força do mal ameaçam escravizar a raça humana e, para impedir, o anjo da guarda Nath-Aniel (Nate) vem à Terra, disfarçado de humano, para alertar sua protegida Clara de que sua vida está em risco. Proibido de agir em nome dos humanos e alterar seus destinos, o anjo acaba por se envolver demasiado quando revela a Clara que o pai dela, um renomado cientista, é o responsável pela descoberta que despertou as forças do mal: a fórmula da perpetuação da vida humana (criônica). Toda a missão da legião de anjos celestiais é colocada em risco quando Nate e Clara se apaixonam. 


Entrevista com Lu Piras


1) Oi Lu, gostaria de agradecer por topar em ser entrevistada!

R: Eu é que agradeço pela oportunidade!

2)Vi que você é formada em Advogacia, o que te fez abandonar a área e se dedicar como escritora?

R: Bom, eu não abandonei algo que eu nunca exerci. Na verdade, sou advogada por profissão, mas tenho vários projetos paralelos aos quais me dedico no momento. Entre eles, à minha carreira de escritora. Sou também “concurseira”, aluna de Produção Editorial na UFRJ, artista reborn (faço aqueles bonecos-bebês realistas), entre outras coisas que ocupam bastante o meu dia a dia. Escrever é uma paixão desde a infância/adolescência e eu não consigo imaginar a minha vida sem livros, sem um teclado e as madrugadas para escrever.

3)Equinócio, como você chegou a esse titulo para o seu livro?

R: O título me levou uma madrugada inteira... chegou um momento na história, enquanto eu escrevia, que eu bloqueei. Não conseguia dar continuidade sem escolher o título do livro. Então, peguei um caderno e fiz várias anotações. Rabisquei algumas palavras-chave da história, um pouco dos personagens, um pouco do enredo e procurei fazer as conexões necessárias até chegar nesta palavrinha forte e impactante. Equinócio, o fenômeno astronômico, tem tudo a ver com o simbolismo que permeia a história. Logo, logo, vocês vão entender!

4) Me fale um pouco a características da Clara, ela tem um pouquinho da Lu Piras?

R: A Clara roubou coisas de mim, sim. Enquanto eu compunha a Clara e traçava suas características, eu emprestava a ela minhas experiências. Aos poucos ela se tornou independente e ganhou personalidade, mas sempre com resquícios de mim. Acredito ser impossível para um escritor não transferir aos seus personagens um pouco de si; afinal, eles são as nossas “criaturas”. Falando da Clara, ela é sensível, determinada, corajosa e idealista. Com todos os acontecimentos, ela evolui ao longo da história e o leitor poderá acompanhar também alguns dos seus defeitos, embora ela lute para estar sempre à altura de Nate.

5) É possível que Clara possa viver em algum tipo de triângulo amoroso entre Jonas e Nate? Pode falar um pouquinho da relação dos três personagens centrais?

R: Neste primeiro livro os leitores terão uma breve ideia da personalidade de Jonas. A história em Equinócio foca-se mais em Clara e Nate e no romance deles. Jonas é, sim, um possível pretendente, alguém que precisa se descobrir antes e já desperta o interesse e o carinho de Clara.

6) Por que Rio de Janeiro, Lu? Fale um pouquinho da Cidade Maravilhosa.

R: O Rio de Janeiro é a cidade onde nasci. Vivi muitos anos fora do país e regressei em 2009 morrendo de saudade. Aprendi a valorizar a minha terra lá fora e achei que seria uma bela homenagem usar o Rio como pano de fundo para a história. Esse livro representa o meu maior sonho. Faz muito sentido que a cidade do meu coração tenha o seu espaço nele. Para quem não conhece o Rio de Janeiro, precisa saber que esta cidade não é só cartão postal de belezas naturais. É uma cidade que pulsa, que vibra, cheia de cores, sons e muito contagiante.

7) O que levou você a escrever Equinócio?

R: Principalmente, a fase atual da minha vida. Eu redescobri a minha vocação e quis investir nisso agora. Empurrar para frente foi o pior erro que cometi. Devia ter começado mais cedo. Mas a verdade é que nunca é tarde. Então, numa bela tarde de passeio, enquanto passeava numa livraria, vi a capa de um livro de artes com a escultura de Eros e Psiquê de Antônio Canova e tive o vislumbre de uma sinopse. Um brainstorm me consumiu uma noite inteira e no dia seguinte, já estava digitando feito doida no computador.  

8) Quais as dificuldades que você encontrou durante o processo de escrita?

R: Foram sete meses de dedicação quase integral. Só não foi integral porque eu era obrigada a parar para me alimentar, fazer a minha higiene e fazer algum social para que as pessoas não pensassem que adoeci. De qualquer modo, quando eu comecei a escrever Equinócio, não consegui mais parar. Escrever um livro nos consome física e emocionalmente e ficamos desgastados. Mas compensa demais. A cada nova página escrita eu sentia a vibração dos personagens dentro de mim. A vida deles se transformou na minha vida. Isso é muito bacana! Não tive dificuldade no processo. Tive que abdicar de muitas coisas na minha vida social e profissional, mas fiz isso com prazer porque estava fazendo o que gostava.

9) Você acha que os autores nacionais são apoiados? Ou ainda existe algum tipo de "preconceito" a respeito?

R: Adoro essa pergunta. Já respondi algumas vezes noutras entrevistas e sempre me empolgo. Penso que os autores nacionais são muito guerreiros e merecem todo o apoio que têm recebido nas redes sociais e blogs literários. As editoras ainda estão mais voltadas para o mercado internacional. O que faz sucesso lá fora é empurrado aqui pra dentro e muitas vezes não tem qualidade. Na minha opinião, as editoras precisam ser mais seletivas sobre o que vem de fora e ser mais atentas ao que temos aqui. Para os nacionais o nível de exigência é muito maior e eu não entendo o porquê dessa discrepância. Canso de pegar em livros estrangeiros em que a história até é legalzinha, mas a narrativa é péssima e/ou a tradução deixa muito a desejar. Enfim, temos talentos no Brasil esperando a sua oportunidade enquanto o lucro do mercado fala mais alto e não se valoriza o fundamental: a nossa cultura.

10) Quais autores são a sua influência (nacionais e/ou internacionais)?

R: São muitos. Posso citar Machado de Assis, Fernando Pessoa, Clarice Lispector, JK Howling, Shakespeare, Stephenie Meyer... dos clássicos aos atuais, eu leio e absorvo tudo.

11)Qual o último livro bom que leu e recomenda?

R: O último que eu li foi A Maldição do Tigre, de Colleen Houck, e estou citando este porque ainda estou com ele na cabeça. Não é “Ó, que livro imperdível!”, mas é bom. É um livro gostoso de ler e a história dos mitos indianos é muito interessante. Uma verdadeira viagem e o livro já me ganha quando me tira do chão. Este conseguiu fazer isso.

12) Conte para nós leitores o que podemos esperar de Equinócio? 

R: Os leitores podem esperar muito romance, emoção, uma história leve mas com um enredo denso e sedutor.

13) Já tem algum projeto em mente ou em andamento? Nos conte tudo e não esconda NADA rsrsrs

R: Tenho dois projetos e ambos romances sobrenaturais (nada a ver com anjos!). E estou com algumas ideias para um livro não sobrenatural. Mas, por enquanto, é cedo para falar sobre eles. Equinócio e as sequências da série estão me tomando todo o tempo. Quero que fique impecável.

2° Etapa da Entrevista:
Rapidinha(Jogo Rápido) 
Responda o que vier na sua mente)

1) Equinócio? Sonho
2) Família? Força
3) Clara? Humana
4) Leitores? Inspiração
5) Escrever? Vocação

6) Lu obrigada pelo enorme carinho, dedicação e por se importar com o Bookaholic Fairy, apareça sempre viu... Obrigada por nos conceder essa  entrevista. Sucesso sempre querida amiga!!!!

R: Mais uma vez, muito obrigada pelo carinho e pelo apoio. Adorei a nossa entrevista!
Sem parceiros como o Bookaholic Fairy meu sonho não estaria tão perto de se tornar realidade.

Contato com a Lu Piras

Equinócio conta com um site de hospedagem gratuita aqui. 
Facebook, no Skoob, no Twitter, no YouTube. 



Queria agradecer a Lu Piras, ela foi super fofa comigo e super atenciosa, desejo todo o sucesso do mundo pra ela =) Equinócio será um sucesso!!!!

Espero que tenham gostado e qualquer novidade sobre Equinócio eu comunico à todos.

Beijos, 

Continua... ►

05 março 2012

[Entrevista] - Laísa C. - Lagoena

Postado por Luisa Ortega às segunda-feira, março 05, 2012 2 comentários
Olá amores, 



Hoje quero mostrar uma super entrevista que fiz com a Laísa, autora do livro Lagoena.


Espia só como foi:

1) Oi Laísa, gostaria de agradecer por topar em ser entrevistada!

R: Eu quem agradeço a oportunidade de compartilhar um pouco mais sobre Lagoena com os seguidos e leitores do Bookaholic Fairy. E parabenizo a Luisa Ortega por abrir as portas do blog para divulgação dos novos autores nacionais. É visível o crescimento de nossa literatura contemporânea, principalmente a LitFan Nacional, a união dos blogs pode movimentar e criar uma nova geração de leitores que apreciam a literatura brasileira.

2) Lagoena, como você chegou à esse titulo para o seu livro?

R: O nome original do livro é Lagoena, A Terra Secreta – A Pequena Guardiã. Quando submeti o manuscrito para avaliação no site BookSérie, depois de aprovado pela equipe sugeriram que usasse somente LAGOENA para intitular a série, e os demais títulos para as duas temporadas. Acatei a ideia para ajudar na divulgação da obra.

O processo para a busca do título foi longo, demorei uns 2 ou 3 anos para resolver isso. Quando comecei a desenvolver a estória, cheguei a um ponto em que precisava encontrar um nome para “batizar” a terra ficcional que eu havia criado. Tentei vários nomes, inventei alguns e depois descobrir que já existiam, então sai à procura de um nome que o significado fosse óbvio. Optei pela mãe de nossa língua portuguesa, o latim, pesquisei em vários dicionários na internet algo que fosse sinônimo da palavra terra. Achei palavras muitos próximas, fiz uma pequena lista delas, incluindo a palavra “lagoena”, que por causa do prefixo “lago”, associa-se a “porção ou parte de algo”, “uma faixa de terra”, mas também podemos encontrar facilmente lagoena como “garrafa, vasilha, recipiente”, o que reafirma o sentido do prefixal da palavra, como sendo algo que não se abarca por inteiro, o continente garrafa, etc..” e a porção (parte), conteúdo... Os sentidos acabam se encontrando num só..

Pretendo explorar uma nova mitologia em cima da palavra LAGOENA, tenho uma estória para contar sobre ela, no primeiro livro apenas mesclo a introdução desse mito com a estória. No futuro, de tudo der certo, posso escrever um segundo volume de Lagoena, onde gostaria de poder explorar com mais criatividade a descoberta desse nome, que é o real sentido de toda saga.

Bom, não posso contar muito, se não perde a graça...rs

3) Me fale um pouco a características de Rheita, ela tem um pouquinho da Laísa?

R: Quando desenvolvi Rheita atribui a ela certas características que eu gostaria de ter, mas não tenho..rs. A menina de 10 anos, que nunca saiu de casa, apesar de todas as barreiras impostas pelo avô ranzinza, encontrou um meio de “driblar” a vida monótona que ele lhe impôs, vivendo uma aventura nunca imaginada.

Se eu fosse Rheita teria acabado me acostumando com aquela vida chata e me tornado uma velha ranzinza que nem avô...rs. Esse personagem tem a capacidade de me mostrar muito mais do que eu posso ser, e espero que seja assim ao leitor. Ela  repete o que muitas vezes conhecemos nos contos de fadas, o sonhador que saí de casa a procura de viver boas aventuras, esperando retornar um dia, com alguma estória para contar...


4) Rheita e Kiel são amigos certos? Essa amizade pode virar algo mais profundo? Um verdadeiro amor?

R: Rheita e Kiel se equilibram perfeitamente. A amizade dos dois se completa de forma sutil, sabendo que um precisa do outro para viver aquela aventura e possivelmente vencer o inimigo, os obstáculos impostos durante a trajetória da narrativa.

Bom, nunca imaginei que dessa amizade pudesse nascer outro sentimento, nesse primeiro livro não há espaço para eu explorar outra intenção entre os dois, porém como só veremos Rheita e Kiel nesse primeiro livro, deixo ao leitor cogitar o que teria acontecido no futuro de cada um...

5) O que levou você a escrever Lagoena?

R: Nunca quis escrever um livro, apesar de isso ser umas das metas de vida de muitas pessoas que gostariam de “brincar” de escritor antes de morrer.  Escrever nunca tinha sido minha meta ou sonho, nem imaginava que poderia fazê-lo.

Comecei a escrever num ato de experimentação e logo peguei gosto pela coisa, levei a escrita a sério, principalmente o gênero pelo qual escolhi enveredar que é o fantástico.

6) Quais as dificuldades que você encontrou durante o processo de escrita?

R: Muitas. Todas que um autor sempre encontra. Falta de estímulo, apoio;  ansiedade, despreparo. A maior dificuldade é caminhar sozinho por um terreno desconhecido, e escrever é isso, é como dirigir durante a noite por uma estrada deserta, a gente nunca sabe o que vai encontrar na frente. O ato de escrever não é simples, o autor precisa de orientação sobre o que está escrevendo, ele tem de colecionar argumentos palpáveis para quem um dia possa defender seu estilo e gênero literário.

Desenvolvi a trama de Lagoena durante 5 anos, nesse espaço de tempo aprendi muito sobre o gênero que escrevo, e percebi que não posso ser falsa ao falar de fantasia, eu, como autora, tenho de ser a primeira a acreditar nisso, para depois passar essa verdade ao leitor. Para quem escreve ficção fantástica, um das maiores dificuldades é alcançar a tal verossimilhança, mostrar ao leitor o máximo da realidade naquele conto, isso os grandes autores fazem com maestria.



7) Você acha que os autores nacionais são apoiados? Ou ainda existe algum tipo de "preconceito" à respeito?

R: Os nossos autores estão longe de encontrar o apoio ideal. Será que posso culpar alguém por isso? Responsabilizar um único segmento pelo desprezo pela literatura nacional? Essa falta de apoio é resultado de uma reação em cadeia. Editores, autores, e leitores. Somos todos culpados. Os editores preferem por questões comerciais apostar num autor estrangeiro (obra pronta) do que gastar (investir)  num autor nacional, que por sua vez (a grande maioria) apresenta um original medíocre, digno mais de pena que atenção, e ao pobre leitor bastar somente digerir o  que o mercado editorial oferece.

E preconceito está na cara, somos naturalmente preconceituosos, tudo que vem da nossa terra está fadado a voltar a ela (e que seja bem enterrada), mas é claro que não posso generalizar o caso. Muito além de editores farsantes, autores inocentes e leitores mal informados, num recanto distante existe a boa literatura, aquela pelo qual desejamos beber da fonte! Mas acaba não tendo tanto destaque por causa da sombra de descaso e desconfiança que lançam sobre ela. Quantos blogueiros já vi tratando a literatura estrangeira com doces e beijos, enquanto a nacional  mal cabe um aperto de mão (e olhe lá).

Fico ainda mais embasbacada quanto aos critérios da blogosfera em relação à avaliação de uma obra nacional, principalmente quando o autor é iniciante. A crítica na maioria das vezes amadora e pessoal dificulta divulgação de certas obras. O autor nacional tende a ser mais cobrado por qualidade que um estrangeiro, é triste ver os “gringos” sapateando felizes em nossas prateleiras, enquanto nossos hermanos argentinos têm mais amor a própria cultura.

Viva ao futebol?

8) Quais autores são a sua influência (nacionais e/ou internacionais)?

R: Não tenho nenhuma lista de autores em especial, estou sempre a procura de novas descobertas e aprendizado. Porém gosto muitos das obras de C.S.Lewis, esse autor tem forte influencia na minha evolução quanto autora de ficção fantástica, ele me ensinou interpretar a delicada passagem entre a realidade e fantasia. Estou sempre a procura de novos autores que possam me ajudar a aprimorar o universo ficcional de Lagoena. Gosto de escutar bons contos folclóricos e coisas bizarras do cotidiano que dariam uma boa estória.

9)Qual o último livro bom que leu e recomenda?

R: Gostei muito de ter lido A Garota dos Pés de Vidro, de Ali Shaw, o comprei em especial porque muitos leitores do skoob e blogueiros diziam que a leitura não tinha um objetivo definitivo, ou seja, a estória era sem pé e sem cabeça; e o livro, premiado, aqui no Brasil não estava convencendo.

O li por curiosidade e descobri a verdadeira maestria de Ali Shaw em escrever uma estória rica laços emocionais em se tratando da complexidade da vida humana, suas alegorias não passam de metáforas que trazem beleza e fantasia ao enredo. Emocionei-me no final do livro, muito bom. Este é o primeiro livro do autor, atualmente ele se dedica ao segundo título.

10) Conte para nós leitores o que podemos esperar de Lagoena e todo esse mundo magico?

R: Os leitores podem esperar muita aventura e uma boa dose de mistério, além de eventos surpreendentes. Lagoena traz uma nova fantasia para o cenário literário nacional, é difícil encaixá-la e compará-la. Somente o leitor terá a liberdade de fazer a alusão que bem entender.

Só digo uma coisa, depois que o leitor atravessar a porta e descobrir os enigmas da Terra Secreta, dificilmente voltará atrás, pois as respostas são abriram para ele num leque de opções, cabendo a ele qual caminho seguir...

Para quem acompanha Lagoena no BookSérie percebe que a cada episódio (capítulo) a aventura tende a crescer e ficar mais complexa, portando mais saborosa de se degustar.

Esperem, principalmente, se surpreender...


11) Já tem algum projeto em mente ou em andamento? Nos conte tudo e não esconda NADA rsrsrs

R: Tenho novos projetos, mas por quanto não posso adiantar nada sobre eles. Gostaria de poder escrever um segundo volume sobre Lagoena, mas isso só o futuro dirá.

12) Sabemos que Lagoena é um projeto virtual, você um dia pretende lançar ele? Ou sonha com um possível lançamento?

R: Antes de ser um projeto virtual, Lagoena foi concebida como um romance e possui estrutura para isso, meu objetivo principal é conseguir uma publicação comercial. Já tive propostas para isso e também uma boa posição de uma grande editora nacional. No momento estou priorizando a qualidade da obra, no final do mês de Abril irei para SP participar de um curso de ficção ministrado por um profissional de padrão internacional. Minha meta no momento é apresentar aos leitores uma obra de ficção fantástica profissional ao chegar às livrarias.

2° Etapa da Entrevista:
Rapidinha(Jogo Rápido) 
Responda o que vier na sua mente)

1) Lagoena?
   Surreal


2) Família?

Um mal necessário...rs


3) Rheita?

Ousadia

4) Leitores?
Confidentes

5) Escrever?
Fuga

6) Laísa obrigada pelo enorme carinho, dedicação e por se importar com o Bookaholic Fairy, apareça sempre viu... Obrigada por nos conceder essa  entrevista. Sucesso sempre querida amiga!!!!



Eu agradeço a todos pela atenção. Quem ainda não conhece Lagoena, é só acessar o site www.bookserie.com.br e confirir os episódios! A leitura é online e gratuita! Acompanhem essa aventura!


Espero que tenham gostado dessa entrevista =)

Quer conhecer Lagoena? Acesse os links abaixo:





Booktrailler do Livro Lagoena

Página da série no Facebook

Continua... ►

12 fevereiro 2011

Entrevista: Vanessa Bosso

Postado por Luisa Ortega às sábado, fevereiro 12, 2011 9 comentários
Olá, Leitores,
Sim, isso mesmo que vocês estão lendo…
O blog conseguiu uma entrevista com a Vanessa Bosso, autora do livro: 2012 – Uma Aventura no Fim do Mundo.
Vai funcionar da seguinte forma, bem basico.
Regrinhas:

1) Envie suas perguntas através dos comentários, formulario e via email.
2) Está restritamente proibido o uso de palavras de baixo calão, ofensas que possam denegrir a imagem da autora.
3) Pode enviar quantas perguntas quiser =) As melhores se tiver um numero alto, serão escolhidas e respondidas pela autora.
4) Peço que envie: Nome, email e Cidade assim a autora sabe pra quem ela está respondendo.
Um pouco mais sobre o livro da Vanessa Bosso:

ONDE VOCÊ ESTARÁ EM 21 DE DEZEMBRO DE 2012?
Liz tentará salvar-se em um bunker.
Thiago tentará pelo mar.
Cauê estará no alto de uma montanha.
E você? Como tentaria escapar do fim do mundo?
2012 é um romance como poucos. Ação, Aventura, Ficção, Humor, Drama e muito Amor tornam a aventura do fim dos tempos uma leitura deliciosa.
Você não conseguirá parar de ler.



Sinopse:
 
No dia 21 de dezembro de 2012, Liz estará tentando sobreviver ao fim do mundo em um abrigo antiapocalipse. Thiago e seus amigos estarão lutando contra tsunamis e continentes sendo deslocados pela movimentação do eixo terrestre. Enquanto o mundo acaba, extraterrestres vêm em auxílio dos escolhidos para que uma nova era possa ser iniciada.
Eu ainda estou lendo esse livro e posso lhe afirmar que estou ficando cada vez mais apaixonada, a história te prende de uma forma inexplicavel.

Bom, como ainda eu não fiz uma resenha, dê uma lida na resenha que uma grade amiga fez

A JuhSutti do blog: Livros e blábláblá
Resenha:

Liz tem 18 anos, e acaba de terminar com seu namorado Cauê depois de flagrá-lo traindo-a com uma de suas amigas. Então ela parte para Londres, pretendendo passar quatro anos na cidade, fazendo faculdade de Astronomia, o mesmo curso que seu falecido pai fez.
Chegando lá, Liz reencontra sua grande amiga Melissa, que já estava estudando em Londres. Ela conhece também Julia, uma brasileira que será sua colega de quarto no Campus da Universidade.
As três garotas logo se tornam muito amigas, e decidem dar um passeio no centro da cidade, porém são surpreendidas por ataques terroristas, e quase são atingidas pela bomba, se não fosse alguém roubar a bolsa de Liz e fazer com que as três corressem atrás do bandido. Logo depois a bolsa de Liz aparece misteriosamente.
Devido aos atentados que ocorrem simultâneamente em vários países as três garotas retornam para o Brasil, porém para isso elas passam por muitos perigos e contam com a ajuda de Henry, um grande amigo do pai de Liz.
No Brasil Liz e sua mãe Beatriz, percebem que terremotos, tsunamis, vulcões em erupção, entre outras catástrofes estão ocorrendo com frequência. Elas ficam intrigadas, principalmente quando Liz começa a ter sonhos antes dos acidentes acontecerem.
Certo dia Liz e Melissa decidem vasculhar o escritório do pai de Liz, que esta fechado a meses. As garotas então encontram uma carta, um cofre com dinheiro e uma chave. Nessa carta Max (o pai de Liz) explica que o mundo ira "acabar" em 21 de Dezembro de 2012, e que poucos sobreviverão a tudo o que acontecera com a Terra, por isso ele construiu um abrigo subterrâneo  com capacidade para 8 pessoas, para que elas tenham chance de sobrevivência. No começo Liz, Melissa e Beatriz se recusam a acreditar, porém as evidências apontam em outra direção.
Paralelamente, em outra cidade do Brasil, Thiago e seus amigos Matheus e Felipe, já estão cientes do que acontecerá em 21 de dezembro e estão se preparando. Os três pretendem sobreviver a bordo de um barco, e Thiago mantém um blog tentando alertar as pessoas. (Thiago é mega fofo ^^)
Então eles precisam correr contra o tempo e juntar todos os mantimentos possíveis para a sobrevivência dentro do abrigo, entender os dons que começam a aparecer, como telepatia e leitura de mentes e ainda descobrir quem são esses seres evoluídos que vieram ajuda-los.

Vanessa Bosso tem uma criatividade notável, não há como negar. Eu particularmente não gosto temáticas que envolvem Extraterrestres, salvo um ou outro livro. E Vanessa consegui ganhar a minha atenção. Mesmo não sendo fã do assunto, eu grudei no livro, e li inteirinho no mesmo dia, eu precisava saber o final! 
Adorei os personagens "principais" Liz e Thiago, por incrível que pareça não tive nenhum momento de raiva extrema da mocinha rs...

A narrativa é ágil, as coisas acontecem o tempo todo, aumentando ainda mais a adrenalina.
A diagramação é ótima, poderia ter talvez mais divisões de capítulos, mas isso não prejudica a 
leitura.

Confesso que as cinco ultimas páginas não foram o que eu esperava, fiquei tentando entender o porque visto que tinha adorado o livro até aquele momento. Pensei um pouco e percebi que era bobagem minha, pura convicção religiosa entendem?
Então a minha dica é mantenha a mente aberta rs... Mesmo se você não acredita que o mundo vai acabar em 2012 (assim como eu) e não acredita em extraterrestres vai gostar do livro mesmo assim.

Além do que o livro não aborda apenas o fim do mundo, mas tem grande ênfase no amor, aquele incondicional, de almas gêmeas ^^
Afinal não acreditamos em Vampiros, Lobisomens, Fantasmas e afins neh? (Se alguém acredita por favor não me mate rs...)

Leitura recomendadíssima.

Fonte e Créditos: JuhSutti – Blog: Livros e blábláblá

Apartir da resenha da JuhSutti – Blog: Livros e blábláblá faça sua pergunta =)
 

Pergunte o que você quiser, respeitando as regrinhas.

Você pode fazer através do formulario abaixo, via contato AQUI ou na caixinha de comentários.




NOVIDADE DE ULTIMA HORA:

Entre os que fizerem perguntas a Vanessa Bosso, eu irei sortear 5 marcadores =)
Sim, tirarei fotos e quem ganhar, poderá escolher \o/ 



Vamos, participem


Vocês só tem a ganhar com isso e irão me deixar muito feliz.


_____________________________________________________

PS: Se tiver dificuldade, USE "ESC" para poder preencher as outras colunas do formulario.

Conto com a ajuda de todos vocês tá?
Obrigada, 

PS: Prazo para envio das perguntas até dia 15/05/2011 às 00h00

Continua... ►
 

Bookaholic fairy 2011 Desenvolvido por Ipietoon e totalmente modificado por Julia